Primeiro semestre – balanço geral

Depois de um tempo considerável, posso voltar a esse espaço bloguístico com muitas coisas para contar. Infelizmente, desisti do DLdoTigre, pois as leituras obrigatórias acabaram me levando para caminhos completamente diferentes. E a impossibilidade de cumprir um desafio (mesmo que literário, mesmo que ‘de brincadeira’, me frustra). Entretanto, tenho me saído bem no Desafio Literário do Doutorado, esse sim, obrigatório. Felizmente consegui ler (quase) tudo (99%) que me mandaram ler e as descobertas foram valiosas.

No quesito TEORIA, a disciplina de História de Literatura Portuguesa ganhou vários pontos. Com a ajuda (?) de Fredric Jameson foi possível começar a pensar um pouco sobre a literatura pós-moderna e não apenas a literatura, mas tudo o que nos envolve na era do capitalismo tardio. Junto com essa disciplina, li obras maravilhosas: A cidade e as serras (Eça de Queirós) (nota 7), Uma abelha na chuva (Carlos de Oliveira) (nota 8), Alegria breve (Vergílio Ferreira) (nota 8,5), Sôbolos rios que vão (António Lobo Antunes) (nota 9 – depois de muito custo!) e Dentro de ti ver o mar (Inês Pedrosa) (nota 9). O 1% que ficou de fora é o Combateremos a sombra, da Lídia Jorge. Um dia, quem sabe.

Na outra disciplina, sobre poesia brasileira, também tivemos a possibilidade de (re) ler os mais variados tipos de poetas e poemas: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Mário de Andrade, Marcos Siscar, Adriano Espínola e o meu querido Manoel de Barros, sobre o qual já estou preparando um material acadêmico sobre. =)

Tirando as obrigações da vida, sempre surgem as diversões: Mrs. Dalloway foi lido em um momento de ‘diversão’. Assim como A civilização do espetáculo, do Mário Vargas Llosa, que é muito bom também. Crônica de uma morte anunciada, do Gabito, teve que passar na frente das obrigações e valeu muito a pena. Marquez não decepciona.

Com as ‘férias’ (bem entre aspas) se aproximando, penso em ler mais coisas por diversão. Um livro que está há tempos na minha lista de desejos é o Licor de dente-de-leão, do Ray Bradbury. Vamos ver se ele já vai nesse julho. Ah, sem esquecer que o segundo volume do tempo perdido do Proust precisa ser finalizado e resenhado. Sei disso!

Volto pro Manoelito e suas poesias sobre natureza e homens que se querem árvores.

Câmbio, desligo.

Um dos que estão por vir, se o mundo ajudar.

Um dos que estão por vir, se o mundo ajudar.

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