Fazendo o que dá para fazer

Sumida, sim. Sem leitura, nunca!

O Proust deu uma estacionada, pois é difícil carregar aquele tijolão na bolsa e tempo para ler em casa tá mais do que difícil.

Terminei Esaú e Jacó, do Machadinho esses dias e comecei o Mrs. Dalloway, da Virgínia Woolf, que está há muito tempo na estante. Por ser pocket, ganhou preferência.

Eu estou curtindo pra caramba, não sei se por influência das leituras marxistas que estou fazendo em uma das disciplinas do doutorado, que está me tentando a fazer uma interpretação mais sólida, que conjugue o social e o psicológico, observando como os efeitos das transformações sociais agem na vivência das personagens.

Volto em breve! (acho!)

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3 pensamentos sobre “Fazendo o que dá para fazer

    • Bom, além do Mrs. Dalloway, que vale a pena continuar (eu mesma peguei várias vezes, li a primeira página e depois larguei) tem um que eu amei que foi o In cold blood, do Truman Capote. Depois, xeu vê… tem O reino deste mundo, do Alejo Carpentier. Ficções, do Borges, ou a Nova antologia pessoal, também do Borges. São boas pedidas! 🙂

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