homesick/nowhere

Te peço para que não desista. Só mais uma chance. 

É assim que convenço a minha cabeça a seguir pensando em coisas que podem ser aproveitadas. Sinto falta, muita falta daquele lugar que não possuo, não habito. Só procuro, só imagino como será que vai ser.

Essas paredes já não me espremem mais… elas já me mataram há algum tempo. Sobrou angústia, sobrou ansiedade excessiva. Não. Na realidade, nada restou. 

Sinto falta. Não sei dizer o nome. Quero viver uma vida certa. Só não sei se podemos dividir a vida em certa ou errada. Quero uma vida normal. Mas o que é uma vida normal? Talvez eu queira algo que nem foi inventado. 

Talvez, talvez… certamente eu quero sair desse limbo, desse vício. Dessas palavras que ainda ecoam e me mandam fugir. 

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