Bater em retirada

Está na hora de recolher as armas. E juntamente, as bandeiras de paz, os acordos. Todas as concessões, as compreensões.

O momento é triste mas ao mesmo tempo, reconfortante. É hora de não mais angustiar, chorar, ansiar e reclamar os direitos nunca atendidos, tampouco ENTENDIDOS direito.

Tudo requer calma, mais resignação do que paciência para se retirar assim tão abruptamente de um campo já maltratado de tantos passos, tantos corpos que por ali caíram, já mortos de tanto tentar explicar.

 

Agora deve-se pensar na reconstrução de uma paz muito almejada, mas nunca adquirida para uma das partes.

 

O momento é de conformismo.

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